segunda-feira, 24 de setembro de 2012
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Minha Poesia
Minha Poesia
Sil
Minha poesia sou eu
Quando disfarço que sou ela
E mesmo quando usando o português errado
Acerto a ``língua´´
Ao Beijar a boca dela
sábado, 8 de setembro de 2012
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Utilisissimas coisas inúteis
AOS DEZ FORMADO EM CHINELO E PÊS ENCARDIDOS DE TERRA
AOS ONZE MESTRADO EM ESPIAR O MUNDO DE CIMA DO BARRANCO
AOS DOZE DOUTORADO NAS CARAMBOLAS DO TERRENO AO LADO
AOS TREZE PHD EM MASCAR CANA CAIANA
LICENCIADO EM PIQUE-PEGA E PULO NO RIO
PASTO ESTUDANTIL DE PALAVROES E CORAÇOES DA RAÇA HUMANA
sábado, 1 de setembro de 2012
GAIVOTAS PRÓXIMAS AO ANCORADOURO
Olhou os
próprios pés
Enquanto
atravessava a rua
Na
calçada do outro lado
Pensou
até onde seus olhos poderiam alcançar
E quantas
luas teria para olhar
Encostou
no prédio abandonado
E esticou
as mãos
Um tempo
depois sentiu a moeda
Fria
Jogadas
por olhos que nada via
Que tudo
via
Que
seguia sua própria via
Rumo à
estação das barcas
Para
atravessar a baía
Arnoldo
Pimentel
Esse poema faz parte da Trilogia da Pescaria, são poemas
inspirados no olhar durante uma pescaria que é retratada no conto “Pescaria”,
se o amigo (a) tiver um tempinho leia os outros textos e dê sua opinião, ela é
muito importante, abaixo os links
PONTES PODEM SER FEITAS DE AREIA
CAFÉS E QUADROS À MARGEM DO SENA
PESCARIA
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Busca Perdida
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Sarau Donana

É neste sábado dia 25/08 apartir das 19:00 horas, mais uma edição do SARAU DONANA. Con
vidados Especiais: Lírian Tabosa (Poeta), Claudio Camillo (músico e compositor). Apresentação do grupo Pó de Poesia. E teremos exibição dos curtas: Toques de Sancofa, Entre Grades. Local: CCultural Donana, Rua Aguapei, 197, Piam, Belford Roxo. E lembre-se
e você faz parte desse encontro!
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Programação fresquinha como pão de padaria!
Ouça Samba, ao mundo com amor nº 03

http://radiocambiar.blogspot.com.br/
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Edição 10 da Gambiarra Profana com Jorge Medeiros e sua Mãe Paula
E com a permissão de Deus escolho a hora de partir
segunda-feira, 23 de julho de 2012
A Gambiarra Profana com Arnoldo Pimentel no Sesc de Nova Iguaçu/RJ
Vazio
Arnoldo Pimentel
Vazio sem vida
Tesouro esquecido
Entre vidros moídos
Tesouro vazio
Esquecido entre vidros
Da vida moída
Tesouro da vida
Esquecido moído
No vidro vazio
Sob as lentes de Lenne Butterfly e Rodrigo Souza e com o auxílio de Dida Nascimento, Sergio-SalleS-oigerS e Rafael Garcia. Arnoldo Pimentel nos mostra o seu Vazio no Sesc de Nova Iguaçu/RJ durante uma sessão do Cine Digital.
Vinheta de abertura: Vazio de Arnoldo Pimentel e Sergio-SalleS-oigerS com a execução de Paulinho e Sergio-SalleS-oigerS.
Edição: Sergio-SalleS-oigerS.
sábado, 21 de julho de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Malditas Belezas
Malditas Belezas
Sergio-SalleS-oigerS
São porcos urrando cagantes melando em neve árida.
Malditas belezas talvez sobremesa de carcará
que depois de devorar os sonhos
tem o corpo a estropiar....
Pra quem a sede e a fome é a mais pesada cruz
uns são filhos de Deus
outros são filhos do pus.
Derradeira falange segue nessa volante atrás da xepa e do caviar.
Bebe o grito da filha, come a mesma agonia
de quem não tem o que vomitar.
Malditas belezas teu rosário de vespas já debandou teu patuá
para além da porteira caída dos sonhos
pra depois estropiar.
Pra quem a sede e a fome é a mais pesada cruz
uns são filhos de Deus
outros são filhos do pus.
A nova casa é a esquina, toda sacola é latrina,
qualquer migalha anima
já põe o bucho pra trabalhar.
Mas nem de fé e dinheiro
vive o povo catingueiro
de auto-flagelo, bulimia;
perseverança. Teimosia
faz a carcaça balançar.
Malditas belezas
tem comida na mesa
e água para bochechar
traz de volta na córnea, na íris os sonhos
de alguém a estropiar...
Pra quem a sede e a fome é a mais pesada cruz
uns são filhos de Deus
outros são filhos do pus.
domingo, 8 de julho de 2012
VÁCUO DENTRO DO CÓRREGO
Olhando
de longe parece
Não
existir fronteiras
Toda a
paisagem é maquiada com flores
É de
perto que se vê
O vácuo
dentro do córrego
Os
versículos do mesmo capítulo
Que não
se juntam
O amargo
dos sorrisos
As rugas
que se multiplicam
Os fuzis
que atiram em silêncio
Os muros
que se levantam
Os vivos
que se tornam mortos
Este poema é parte integrante do conto de minha autoria “Se
as Folhas Ainda Fossem Verdes...”, para ler o conto basta acessar o link
abaixo, desde já agradeço, muito obrigado pela visita e pela amizade.
terça-feira, 26 de junho de 2012
A PARTIDA
Ainda não havia amanhecido quando acordou, arrumou-se, arrumou o quarto, depois
caminhou lentamente,abriu a porta do quarto e saiu, atravessou a sala ainda
escura, olhou ao redor e sentiu um aperto no peito, mesmo assim foi até a
cozinha, preparou o desjejum com os ovos que restavam, misturou-os com feijão,
alimentou-se e sentiu pela última vez o aroma do feijão feito no fogão de
lenha. Então caminhou até a porta e saiu da casa que aprendeu a amar tanto.
O que mais apertava seu coração não era apenas o partir, mas olhar para trás e
ver que tudo que fez, tudo que lutou foi em vão. Todas as lágrimas que
brotaram do coração, todo suor que escorreu pelo rosto, tudo em vão.
Olhou para a casa que iria ficar abandonada mais uma vez, já estava com a
pintura desbotada pelo tempo, com aquele olhar triste da casa que ficará
sozinha, com as janelas fechadas por onde o vento e a luz do sol não mais
entrariam. A sala ficaria tomada pela poeira do abandono, sem receber visitas,
sem sorrir todos os dias. Os quartos já estão sentindo o vazio da solidão,
portas trancadas, colchas brancas cobrindo cama e colchão. Na cozinha, fogão de
lenha apagado, dispensa que há muito está vazia, sorriso triste que só
distancia.
Olhou para o norte, já não importava que direção tomar, talvez a da própria
sorte, sorte que insistia em não o acompanhar, em não o esperar em algum lugar,
em não o amar, preferiu olhar o horizonte antes de escolher seu rumo,
escolheria pelas nuvens, pelo céu claro e pelo céu cinza, mas de qualquer forma
não poderia mais esperar, já que seu destino era mesmo partir, no entardecer
queria estar bem longe dali, não levaria lembranças, todas eram amargas, eram
nada e só serviriam para entristecer seu olhar.
Começou a selar o cavalo, queria partir ainda bem cedo, antes que o sol
começasse a esquentar, assim poderia aproveitar mais o sol da manhã que era
mais brando, melhor para cavalgar. Assim selou o cavalo, encheu os cantis e
sentiu o vento soprando seu rosto, vento que vinha na planície, planície que
atravessaria para buscar seu sonho de finalmente encontrar um lugar onde
conseguisse vencer e ficar.
Foi saindo e com o olhar se despedindo, sentindo o balanço no caminhar do
cavalo, seu único companheiro há tempos e aos poucos tudo foi ficando pra trás.
Agora está passando pela cerca de madeira, era como se fosse a última
fronteira, dali em diante ficaria praticamente sozinho, sem casa, sem quintal e
sem cerca para aprisionar, mas estaria numa prisão ainda maior, uma prisão
coberta pelo céu quente no calor do sol durante o dia e frio nas noites,
estaria sim numa prisão maior, apesar da ilusória liberdade em campo aberto,
estaria numa prisão de desventura, na prisão da solidão que estaria sempre em
seu caminho.
Tudo ficou no passado, sua casa, seu olhar, seus sonhos e sua vida.
Arnoldo
Pimentel
Amigo (a) leitor (a), seja sempre bem vindo (a), este
conto faz parte da Trilogia Contos da Solidão, se puder leia os outros contos
da solidão, de minha autoria, links abaixo, desde já agradeço, muito obrigado
mesmo.
A QUITANDA
GDÁNSK
sábado, 23 de junho de 2012
BAR
Poema dedicado ao meu amigo Celso Conceição
Eu gosto do bar
Da atmosfera livre do bar
Que às vezes
Parece
Presa
Presa indefesa
Mas sempre, sempre
Livre
Liberdade do bar
Autor: Arnoldo Pimentel
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Ego egoegoegoegoego
Eu sisto e
Eu resisto e
Eu pito e
Eu repito e
eucalipto
Eu resisto e
Eu pito e
Eu repito e
eucalipto
quinta-feira, 14 de junho de 2012
UFC SETIMENTAL
Soco murro pontapé tapa paulada
Caíram na porrada
UM MUAI THAI
UM UFC
UM MMA
SENTIMENTAL ;
da Tristeza contra a Felicidade
O MOTIVO DO PAU ;
coração e a vida de um Fulano de Tal.
matheus
paraty XII
Caíram na porrada
UM MUAI THAI
UM UFC
UM MMA
SENTIMENTAL ;
da Tristeza contra a Felicidade
O MOTIVO DO PAU ;
coração e a vida de um Fulano de Tal.
matheus
paraty XII
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